Private Joke

o diário de Elaine Melo

domingo, dezembro 16, 2007

Nossa , faz muuuito tempo que não escrevo aqui, tava morrendo de saudades desse meu blog tão querido, espero que tudo dê certo e eu consiga reativá-lo. Como é final de ano, sempre é recorrente aquela análise básica, mas foram tantas coisas que aconteceram, principalmente no plano afetivo e profissional, muitas emoções também no âmbito familiar... Memory almost full, esse é o nome do novo álbum do Paul, claro que se o Renato lesse esse post ele não iria ter duvida de quem é o Paul, pra ele só existe um Paul no universo, nossa eu adoro pessoas limitadas assim, parece mais simples...Mas se fosse relembrar tudo, iria reviver e acho melhor esquecer e fazer planos para o futuro, mas o lance do Paul sobre a memória é que a gente sempre tem que deletar algumas coisas pra colocar outras, então relendo esse blog lembro de tantas coisas que eu já tinha apagado da minha memória, isso porque eu não escrevia aqui nem 0,01 % do queria escrever, tenho uma autocensura feroz, fruto de minha forçosa vida civilizada... agora estou muito feliz porque parei de ficar sentindo saudades do passado, odeio sentir saudades, é uma coisa que realmente consome a gente e não leva a absolutamente nada, como diriam os sábios rios Negro e Solimões:” a saudade é um prego, coração é um martelo...” aliás eu parei de escrever devido as acontecimentos catastróficos que permearam minha vida no final do ano de 2006 até meados de 2007, que nem foram tão catastróficos assim, foram apenas uma fase de transição...
Esse ano foi marcado pela minha volta pra casa, o retorno da filha pródiga, muitos amigos meus desesperaram-me alardeando que era o fim do mundo voltar a morar com os pais, eu de fato acho apenas uma opção, entre as infinitas outras, claro q preferiria estar em qualquer outra das opções, mas como ainda navego por águas instáveis vou ficando por aqui. E como o mundo dá voltas e voltas, esse ano eu me surpreendi por uma súbita paixão pelo teatro, coisa inusitada justamente por tratar-se da forma artística que eu considerava ser a mais histérica e insuportável. Ainda uso no meu perfil desse blog a célebre frase da Muriel, do filme O Casamento de Muriel, reflexo do meu antigo total desprezo pelos profissionais do teatro, mas se até Hicthcock dizia que ator era gado, eu tinha lá minhas razões...
Fui ao teatro ver meu caro amigo Júnior, aliás eu ainda devo um tópico nesse blog pra falar sobre o Júnior, q sofreu uma mega transformação estrutural de personalidade, sem contar fisicamente com as inúmeras plásticas e tatuagens pra cobrir as cicatrizes da plásticas, só quero ver o que ele vai fazer pra cobrir as tatuagens agora....
Aí fui com o Math no teatro e ele também confessou sentir raiva toda vez que vai em uma peça, porque dá uma vontade louca de estar lá no palco, preciso me matricular em um curso urgente...
Mas de fato já esqueci tudo que eu queria escrever aqui, espero reconquistar meu fiéis e seletos leitores... beijos

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